Pular para o conteúdo principal

A carta do PSDB que Tião assinou


AGENDA PARA UM PRESIDENTE DO SENADO - PAUTA PSDB

"1.Independência e defesa da soberania do Senado Federal e do Congresso Nacional;

2.Respeito às oposições por seu peso político e numérico;

3.Exigir compromisso público do candidato sobre a sua posição contrária à PEC do terceiro mandato;

4.Estabelecer rodízio automático nas relatorias das Medidas Provisórias, usando o critério da proporcionalidade partidária definida em 02/02/09;

5.Estabelecer procedimento para deliberação das Medidas Provisórias, à luz do art. 49, inciso XI, da Constituição, rejeitando sumariamente aquelas que não atendam ao princípio Constitucional da urgência e relevância;

6.Compromisso com as reformas que constituem instrumentos para superar a crise financeira internacional;

7.Priorizar a Reforma Tributária da Subcomissão da CAE, presidida pelo Senador Tasso Jereissati e relatada pelo senador Francisco Dornelles;

8.Democratizar a participação dos Senadores nos veículos de comunicação da Casa;

9.Apresentar proposta para reerguer a imagem do Senado;

10.Submeter todos os vetos presidenciais, bem como as contas do Presidente da República, à apreciação do Congresso Nacional, cumprindo o que determina a Constituição;

11.Transparência na Gestão;

12.Não impedir ou dificultar a criação das CPI's.



Senador Arthur Virgílio
Líder do PSDB na Casa


Senador Sérgio Guerra
Presidente Nacional do PSDB"

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Resistência civil pelo velho horário

Em 31 de outubro de 2010, durante o segundo turno, 56,87% dos eleitores acreanos, em referendo, rejeitaram a Lei 11.662, que alterou o fuso horário do Estado. Em 14 de dezembro de 2010, os ministros do Tribunal Superior Eleitoral decidiram homologar o resultado. Na ocasião, o TSE entendeu que os próximos passos para definir os procedimentos da mudança não caberiam à Corte Eleitoral. O problema foi então transferido para o Senado Federal, onde vem recebendo forte lobby da Rede Globo de Televisão e da ABERT (Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão), que já ameaçam, inclusive, acionar a justiça para que a decisão soberana do Povo do Acre não se efetive (veja aqui... ) Tais atos, desrespeitosos e ofensivos à soberania popular acreana, não podem ser admitidos. Por isso, com base na regra constitucional que diz que “Todo poder emana do povo” , convocamos todos a iniciarem um grande ato de resistência civil em defesa da soberania da decisão popular que rejeitou a Lei 11.66...

Os Farrapos dos olhos azuis

Cláudio Ribeiro - Demitri Túlio, do Jornal O Povo, de Fortaleza A íris clara, azulzíssima em muitos deles, é a digital do povo Farrapo. Também é da identidade a pele branca avermelhada, carimbada pelo sol forte que não cessa em Sobral. Isso mais entre os que vivem na zona rural. Gostam de exaltar o sobrenome. É forte. Farrapo não é apelido. Não são uma etnia, mas são tratados assim. São “da raça dos Farrapos”, como nos disse quem os indicou a procurá-los. Os Farrapos têm história a ser contada. Praticaram a endogamia por muito tempo. Casamentos em família, entre primos, mais gente do olho azul de céu que foi nascendo e esticando a linhagem. Sempre gostaram de negociar, trocar coisa velha. São um pouco reclusos. Vivem sob reminiscências de judaísmo. Há estudo disso, mas muito ainda a ser (re)descoberto. Os Farrapos são citados, por exemplo, no livro do padre João Mendes Lira, Presença dos Judeus em Sobral e Circunvizinhanças e a Dinamização da Economia Sobralense em Função do Capital Ju...

O povo pagou a conta da paixão

No Acre acontecem coisas que até Deus duvida e o diabo nem quer saber. O caso a seguir é um exemplo. Lá em Xapuri - a Ipiranga do Acre - existe um bairro muito antigo chamado pelo povo de “Bolívia”, apesar do seu verdadeiro nome ser Braga Sobrinho, em homenagem a uma das mais fortes casas aviadoras da região no início do século passado. Talvez por insistência dos moradores em chamarem o bairro pelo nome do inimigo, toda aquela gente humilde, no início da ditadura militar, foi vítima de uma história inusitada envolvendo um certo político da Arena – A Aliança Renovadora Nacional -, que comia, bebia e engordava junto com os militares. O alcaide da época andava enrabichado com a filha de um certo fazendeiro do lugar e, lá pelas tantas, com a fatalidade do casório praticamente se consolidando, resolveu pagar o dote da noiva com dinheiro público. Eu explico. O bairro da Bolívia, que não passa de uma única e longa rua, é cercado por duas pontes: uma fica na entrada (início da rua), ligando o ...