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Para Jucá, reeleição de Garibaldi validaria 3º mandato

Valor Econômico O presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMSB-RN), apresentará hoje à bancada de senadores do seu partido carta na qual o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Francisco Rezek considera "defensável" a possibilidade de o pemedebista disputar novo mandato no comando da Casa em 2 de fevereiro de 2010, primeiro dia da nova sessão legislativa. A reunião deve ser tensa. O líder Valdir Raupp (RO) quer que a bancada - além de decidir sobre a indicação do candidato a presidente do Senado - eleja hoje o novo líder. Raupp disputa a recondução com Renan Calheiros (AL), que busca recuperar o prestígio e o espaço político perdidos com sua renúncia à presidência do Senado em 2007, antes de completar um ano no cargo, para se defender nos processos por suposta quebra de decoro parlamentar.

Blog do Josias: PMDB do Senado discute opção Garibaldi e novo líder

A julgar pela movimentação da noite passada, será tensa a reunião da bancada de senadores do PMDB, marcada para a tarde desta quarta (17). Vão à mesa dois temas espinhosos: a recandidatura de Garibaldi Alves (RN) à presidência do Senado e a escolha do novo líder do partido. Entre quatro paredes, Romero Jucá (RR), líder de Lula no Senado, adiantou a colegas que vai se posicionar contra a pretensão de Garibaldi. Para Jucá, deve-se respeitar a Constituição, que proíbe a recondução do presidente da Casa no meio de uma mesma legislatura. De resto, Jucá desenvolve um raciocínio de alta voltagem. Diz que a reeleição de Garibaldi abriria caminho para o terceiro mandato de Lula. Por que? Reelegendo-se agora, Garibaldi se credenciaria para disputar o cargo pela terceira vez em 2011. Seria, então, o início de uma nova legislatura. E não haveria proibição constitucional. Pelo menos quatro personagens já se reelegeram nessas circunstâncias: Um na Câmara: Ulysses Guimarães. E três no Senado: José Sa...

PMDB pode confirmar Garibaldi candidato

Estadão Senadores do PMDB reúnem-se hoje para tentar formalizar a candidatura do presidente do Senado, Garibaldi Alves Filho (RN), ao cargo que ocupa desde dezembro do ano passado. Candidato apoiado pelo Planalto, o petista Tião Viana (AC) reitera a tese do líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), de que a decisão de Garibaldi de disputar a reeleição em uma mesma legislatura não tem amparo jurídico. Mas o presidente do Senado afirma que não vai desistir. "Eu não sou bucha de canhão, não sou instrumento de ninguém. Eleição não é brincadeira. Não vejo ninguém no partido querendo conduzir isso dessa maneira." Enquanto os aliados do governo procuram abafar a iniciativa de Garibaldi - a ponto de Viana dizer se tratar de "uma inquietação normal do PMDB" -, o líder do partido, Valdir Raupp (RO), prevê que a bancada apoiará amplamente a candidatura. "Sou favorável, a bancada toda é favorável, será por unanimidade", prevê. Garibaldi distribuirá a seus colegas a car...

Tião Viana começa a perder o sono com flertes do PSDB à candidatura do PMDB ao comando do Senado

GUSTAVO KRIEGERDA - EQUIPE DO CORREIO Um movimento interno na bancada do PSDB pode mudar os rumos da eleição para a Presidência do Senado. Surgiu uma forte resistência ao esforço que o governador de São Paulo, José Serra, vinha fazendo para que os tucanos apoiassem o petista Tião Viana (AC). Na contramão da articulação serrista, a liderança da bancada vem negociando o apoio a um candidato do PMDB. Numa disputa equilibrada, quem receber a maioria dos votos dos 13 senadores do PSDB terá grandes chances de vitória. A princípio, Tião Viana tem o apoio dos 12 senadores do PT e mais 13 votos de partidos da base governista. O número ainda está distante dos 41 votos necessários para vencer em plenário. Para ganhar, ele precisa que o PMDB desista de lançar candidato ou então buscar mais de 15 votos na oposição. Isso torna fundamental a posição do PSDB. Seu principal cabo eleitoral no tucanato tem sido Serra, por razões de estratégia política. O governador, que é candidato à Presidência da Repú...

Estudo confirma poder das mensagens subliminares

da France Presse, em Paris As mensagens subliminares podem, de fato, influenciar as escolhas e decisões individuais, de acordo com um estudo publicado nesta quinta-feira na revista especializada norte-americana "Neuron". O trabalho realizado por Mathias Pessiglione, da Unidade "Motivação, cérebro e comportamento" do Inserm (Instituto Nacional de Pesquisa Médica), mostra que é possível, graças a um sistema de recompensas, condicionar a escolha dos indivíduos, com a ajuda de desenhos abstratos, não percebidos de maneira consciente. No final da década de 50, publicitários norte-americanos disseram ter aumentado suas vendas ao veicular por meio de flashes, sem o conhecimento dos telespectadores, mensagens subliminares de "coma pipoca". "Nunca provamos, até então, que os efeitos subliminares têm uma influência nas escolhas e decisões voluntárias dos indivíduos", disse Mathias Pessiglione. Ele destacou, contudo, que "a publicidade mostrando direta...

CNT/Sensus: Serra venceria Dilma em 2010 com 46,5%

Brasília - O atual governador de São Paulo, José Serra (PSDB), venceria as eleições presidenciais de 2010 com 46,5% dos votos, caso o pleito fosse realizado hoje e caso concorresse com a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT) e com Heloísa Helena (Psol). As candidatas teriam 10,4% e 12,5% dos votos, respectivamente. Os dados são da pesquisa CNT/Sensus divulgada na manhã desta segunda-feira e não incluem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na disputa. O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), também sairia vencedor contra Dilma e Heloísa Helena, apesar de ter registrado vantagem menor que a de José Serra. Enquanto Serra venceria Dilma e Heloísa Helena com 46,5% dos votos, Aécio conseguiria a vitória com apenas 25,3% dos votos. A candidata do Psol teria 19,1%, enquanto que a ministra ficaria com 12,9%. A vantagem de Serra só se reduziria em um cenário em que ele tivesse que disputar as eleições contra o deputado Ciro Gomes (PSB). A vantagem de Serra seria de 52,7% d...

Garibaldi decide encarar o PT

Correio Braziliense A confusão está criada. O presidente do Senado, Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), manda um recado aos senadores: sua candidatura na eleição de fevereiro para o comando da Casa é para valer, sem chances de recuo. ‘‘Sou candidato. É irreversível. Vou lançar perante o meu partido na quarta-feira’’, afirmou em entrevista ao Correio. A decisão de Garibaldi colocou água no chope do PT, que pretendia encerrar o ano apenas com o petista Tião Viana (AC) como candidato. O partido não contava com a possibilidade de o PMDB, maior bancada da Casa, encontrar um nome ainda em 2008. Apostava na indefinição em torno da resistência de José Sarney (PMDB-AP) em ceder à pressão dos colegas para disputar o cargo. O jogo agora é outro. Garibaldi avisa também que está disposto a brigar no voto com Tião Viana. ‘‘Vou mesmo. Me sinto animado. A minha política, minha diretriz está dando resultado, de valorizar o poder, com mudanças administrativas, políticas, de regimento’’, argumenta.Garibald...